domingo, 5 de julho de 2015

Chorar... chorar a rir...

Vi-te...
Voltei a ver-te...
45 dias passaram...
Ali... Como nunca te vi.
Os nossos olhares cruzaram-se...
Uma, duas, três e uma outra vez...
Mas só eu sabia...
Porque tu não me vias ali.

Colei em ti...
Tanta saudade tinha de te ver.
Os gestos... aqueles gestos.
As mãos... os dedos...
O cabelo...
Aquele olhar no vazio...
Bem acima das nossas cabeças...

Estranho...
Estranho tudo...
E habito-me...
Dói que se farta!

E a vida continua...
Passam minutos...
Passam horas...
Passam dias...
Coisas acontecem...
Daquelas que ainda doem mais...
Muito mais...
Não esqueces...
Mas ficas é mais dorido que nunca.

E deixo-me...
Com a recordação...
No último dia que a vi...
Chorei... chorei a rir.

Aúúúúúúúúúúúú...

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Um Todo... Uma metade de duas ... ou uma metade de nada?

Crescemos na busca incessante da outra ou outro, pondo toda a responsabilidade da felicidade nos ombros de quem procuramos.
Buscamos, encontramos, experimentamos, gostamos e ... esquecemos-nos de tudo o resto.
De nós... de nos conhecermos, de nos explorarmos, de experimentar novas perspectivas, de nos desafiarmos, de nos confrontarmos com novas possibilidades, de tanta coisa porque nos deixamos levar e assim ficamos anos, décadas... até mais não.
O ser que somos deveria estar em constante formação... desenvolvimento... educação... adaptação... processos só possíveis com a experimentação e vivência de momentos, instantes que nos fazem mexer, por dentro e por fora.
O desafio é procurar o que não se conhece... não termos como certo que, como estamos, é que estamos bem. Para não acontecer o que já vimos acontecer a outros, àqueles que concluem tardiamente que passaram quase uma vida equivocados.
Sim...
É importante sentirmos-nos bem, mas obrigatoriamente sair da zona de conforto para que o desafio interior aconteça, mexendo-nos, delineando novas fronteiras, novos horizontes, novas conquistas.
Deixarmos de ser o que éramos... porque o que fomos, foi o que nos ensinaram a ser... lá em casa, na escola, na família... em todo lado, onde fomos inclinados a gostar do óbvio e do que somente partilharam connosco.
E será isso tudo?
As referências que identificamos são orientadores para sempre?
Algum dia deixarão de ser, pois é... descobre-se tanto mais... que nos leva o que se gostava deixando espaço para gostar de tanto desconhecido, bastando para isso haver vontade, aquela vontade que se sonha e que não se faz porque querer, não passando disso mesmo... de um sonho.
E ganham-se vidas em nós... e seres iluminados cruzam o nosso caminho, deixando os outros perderem naturalmente o brilho de outrora.
Novos seres... novas referências... novas amizades... novas vontades...
Tão "experientes" e a ganância de experimentar mantém-se... apruma-se... faz-nos voar sem asas.
Então... e aquele? O outro... a outra... quem procuramos agora, se é que procuramos?
Esperamos apenas o cruzar de rotas?
Ou simplesmente não esperamos nada... porque esperar é sinónimo de parar e simplesmente não fazer por acontecer.
Se me sinto um todo... o que serei na realidade?
Um todo ou apenas uma de duas metades?
Naturalmente falando... serei uma de duas metades, que um dia seria um todo originando depois novas metades de um todo...
Mas... e se não queres e acontece?

...

Aúúúú...
Aúúúúúúúúúúúúúúú...

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Saudades...

Palavra estranha esta que voltou a ganhar significado para mim.
Desde que me lembro que vivi com saudades... era ainda miúdo, quando sem querer e logo de seguida aprendi a verdadeira dor da saudade de perder este e aquele, onde a dor te inunda e ocupa o que jamais pode vir a ser minimizado por alguém que não volta.
A dor que te consome... que te tirar o respirar e que te obriga a novos ciclos respiratórios involuntários... a dor que te encharca o olhar, quando vês e te lembras de que partiu... a dor que nunca desaparece e que alimenta a presença de quem não está... estranho um simples miúdo, experimentar tudo isso sem conhecer o que o adulto conhece, mas sobreviveu...
Já quase adulto, voltei a sentir o sabor amargo da saudade, num infortúnio onde acima de tudo o que ficou para além da ausência do ser, foi a enorme injustiça de perder um amigo exemplar, companheiro de aventuras e estares... a saudade essa, era acima de tudo uma tentativa de compreensão da situação que ainda hoje reconhece alguma dificuldade em assimilar, embora compreenda o sucedido...
Adulto depois, experimentei pela primeira vez a saudade viva de quem está mas que parte por opção...
Saudade estranha essa, em que o que se quer dar é diretamente proporcional ao que não se quer receber e onde a ausência é imposta por terceiros, quartos e quintos e onde o que se sente se torna natural pela imposição e relevância do passado e onde o desconsiderado por outros é considerado apenas por ti.
Saudade estranha essa, em que a dor é tão ou mais intensa que a outra mesmo mesmo sabendo que foram circunstâncias e opções de vida, onde o respirar continua e a presença não.
Anos mais tarde aprendi a lidar com este tipo de saudade... desconsiderei-a e achei até que esta saudade não era a saudade, isto porque saudade e  vontade de estar tem tudo a ver sendo a primeira eterna e a segunda muito mais efémera.
A saudade faz-te manter viva o ser de que sentes faltas... a vontade de estar pressupõe apenas a presença sendo o tipo de ausência opcional.
Volto agora a sentir aquelas saudades... que doem como se aquele ser nunca mais voltasse, e que se sente como imerecida e imposta.
Torna-se assim a conjetura a obrigação e o privilégio de sentir e viver saudades de gente que tanto fez para as merecer. Sente-se a falta da presença... da vivência... da pessoa que respira e que não está porque simplesmente não quer. URF!!!
Saudades...
Demasiados anos passam a senti-las e verdade... por seres que por mim passaram e quesinto não os voltar a ter...
Saudades...

Aúúú...
Aúúúúúúúúú...

Saudades...

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Embala-me... Embala-me...

Lembro tudo e tudo me lembra.
Tal doçura que tanto mimo me deu
Veio até mim de braços abertos e ficou
De sorriso no rosto me procurou.
O brilho daquele olhar, ai o brilho...
Sorriso e estar arrebatador...
De afago carinhoso e sedutor...
Dei comigo outra vez a cantarolar...
Tão doce de provar e respirar...
Qual mel embutido no ar
Impossível de não viciar...
Os corpos que suam de prazer.
Como qual química qual quê...
Aquilo que até o cego vê.
Interiores eruptos e extasiantes...
Sensações vividas nunca antes
Escuta-la... Abraça-la... Olha-la...
Tocá-la... Senti-la... Beija-la...
Respirá-la... Mergulhar-la... Mima-la...
Aperta-la... Emperna-la... Contempla-la...
Tão lento fui em aceitar o inevitável
Deixar o corpo falar e aceita-la
Agora está cheio de tudo e de nada
A sonhar com o que foi feito e não foi...
Volta para nós... deita e embala-me.

Aúúú...
Aúúúúúúúúúúúúúúúú...

segunda-feira, 25 de maio de 2015

"Boneca Bunita do meu Coração...!!!"

"Boneca Bunita" do meu coração...
Encontrei-te por aí assim
Sentindo e não "crendo"
Tive-te toda em mim
Mas só vendo o senti.

"Boneca Bunita" do meu coração...
Que tanto nos quis,
Tu só querias ser feliz
Eu qual surdo te ouvi...
Tão mal o fiz.

"Boneca Bunita" do meu coração...
Mas tão, tão, tão...
Deste amor sem fim
Recebi e pouco te dei
Tenho-te agora e não

"Boneca Bunita" do meu coração...
Ser e Mulher de sonho,
Conquistaste-me a valer
Imaginando mas sem o saber...
Tardei ver que te escolho.

"Boneca Bunita" do meu coração...
Bunitaaaaaa até mais Tão...
Passeei-te pela mão
De sorriso na fuça
Não valho um tostão.

"Boneca Bunita" do meu coração...
Tão vazia te deixei...
Será tão fácil
Darem o que não dei...
Arriscar não ousei.

"Boneca Bunita" do meu coração...
Choro-te agora e a valer,
Sonho voltar a ter
O que tive e não estimei
Lembras-me, outrora amei.

"Boneca Bunita" do meu coração...
Esta dor parece não ter fim...
Revoltam-se as entranhas
Sinto-te melhor e feliz
E tão mais longe de mim...

"Boneca Bunita" do meu coração...
Como dar mão à tua razão
Sentir amar e não mostrar
Tudo isto esquecer
Saber-te feliz noutro lugar

"Boneca Bunita" do meu coração...
Tamanho foi o meu egoísmo,
Onde relaxei e descuidei
O teu ser tanto queria
E para ti não me virei

"Boneca Bunita" do meu coração...
Tristeza esta sem fim,
Inundado de ti, vivi...
Tanto nada te deixei
Quero-te muito meu bem.

"Boneca Bunita" do meu coração...
Amargura esta que rói,
Merda d'amor que destrói,
Tão bom ele é... e mói
Fugi-te tanto que dói.

"Boneca Bunita" do meu coração...
Loucura bruta esta que sou
Onde tudo sente e nada é
Já apetece fugir daqui
Para bem longe e a pé.

"Boneca Bunita" do meu coração...
Perdi-te para sempre
Provavelmente até mais não
"Boneca Bunita" do meu coração...
Daqui não sais, não deixo não!!!!!

Aúú...
Aúúúúúúúúúúúúúúúúúúúúúú...

terça-feira, 19 de maio de 2015

O Céu...

(...)

Desejou-me tanto aquela mulher... e que Mulher!!!!
Desejo tanto aquela Mulher... e que Mulher... e fugiu-me da pior forma que se pode arranjar, disse-me mais tarde.
Afinal... o tempo e a vida por vezes não nos trazem novidades e o que achamos incorrecto parece ser a forma única e perfeita de por vezes lidar com términos e coisas estranhas que se sentem.
Não entendo... mas não a conheço como ser que nada me diz.
Não a conheço doutro modo que senão aquele que me venceu. Não a conheço de modo que não esse...
E como me fez bem esse modo.
Pena não ter tido a força e segurança que parecia ter... aquela Mulher, vestida para mim de Boneca que me deu tanto e me fez querer tanto mais.
Pena não ter eu derrubado mais cedo as barreiras que ela cedo identificou e que eu desconhecia...
Pena o coração ter vazado e enchido até transbordar sem eu sequer dar conta sequer...
Pena não ter conseguido acompanhá-la nos seus desejos e ambições...
Pena ela ir tão mais rápido que eu e eu não a conseguir apanhar...
Pena não ter mostrado o quanto a quero e desejo na minha vida antes do fim...
Pena ter-me habituado a segurança da vida e do estar não me desafiando à presença de outros (as) na partilha da vida comum...
Pena eu sentir tanto e exteriorizar tão pouco...
Pena a distância e o tempo que faltou...
A culpa?
Não existe... mas é toda minha!!!!!
Sonho em caminharmos na mesma direcção, em caminhos distintos e cruzarmos-nos, não tarda nada e já ali, outra vez e sentirmos os dois o que sentimos um pelo outro quando nos demos a conhecer...
Sonho vê-la ali e aceitar-me de novo... dando-me hipótese de a mimar como não o fiz depois de perceber que era Mulher para mexer e penetrar no meu coração...
Sonho senti-la outra vez ... ali, aqui... desde que ao pé de mim... e ter a oportunidade de fazer tudo o que não foi feito
Agora, e pelos vistos, precisamos de seguir... mas não sei se vou ou se fico.
Não sei, esta Mulher conseguiu impensável e o que não tinha considerado há muito... esta Mulher deu-me vontade de voltar a partilhar e conquistar o Mundo com alguém se seguiu caminho e que agora não está.
Fica o Céu... o nosso último Céu... a desejar muito que venha o próximo, e o outro... e o seguinte e todos os que vierem.

Aúúú...
Aúúúúúúúúúúúúúúúúúúúúúú...

quinta-feira, 14 de maio de 2015

"Satelobrob's"...

Corropio...
Frenezim...
"Satelobrob's" que reviram interiores...
E como são boas as outras.
A intensidade da perda
Confirma a excelência da mesma.
Quando se quer...
Ou quão não.
Um misto de salto no tempo,
Com recordares do passado.
Gerir... Reagir...
Sentir... Desejar...
Dois corpos...
Dois seres...
Duas vontades...
Dois desejos...
Dois corações a roncar.
Esquecer... Recordar...
Viver... Sonhar...
Procurar... Fugir...
Pensar... Racionalizar...
Mostrar... Esconder...
Variáveis do momento,
Geridas num instante.
Desistir, não...
Interior não nos deixa.
Fazer o quê então?
Amar escondido, já foi feito.
Não dá! Sendo ilusório até,
E alimenta a saudade,
Lembra a perda.
Como então?
Deixar ir o passado...
Dói de ver...
Sentir, não mostrar...
Angústia de não saber...
"Tamborzinho" frenético
Sentido e dorido,
Sabe lá o que faz sentido.


Aúúúúúúúúúúúúúú...

quarta-feira, 6 de maio de 2015

06.05.2015 - Sem Ti me...

Pequenino Sem Ti me...
Querem ver-te, eles
Estes franzidos olhos.
Ouvi-te e logo me treme
Voz e tudo o que é deles.
Saudades de ti, aos molhos.

"Boas aulinhas para ti..."
"Bom dia pra ti, então..."
Bate... fica forte coração.
Como assim?! Ainda não a vi...

Adeus São Domingos...
Mandaram-nos ao Sardoal,
Vira aí... só de pensar faz mal.
Leva-os aos flamingos.

Passei-os a voar em Carvalhal,
Já a desejar Martinchel,
Ela é como a abelha para o mel.
Tenho de ver Boneca que tal.

Dor, como foi brusca.
Aumenta a ânsia
De ver ao longe Constância...
E ser de seguida a Chamusca.
Olha aqui Vale Cavalos...
Pouco antes da Carregueira.
Vamos fazê-lo à maneira,
E mil beijos vou dá-los.

Miro-a, enquanto sorria,
Boneca tão cheia de graça...
Ando por Alpiarça...
Ainda Gouxaria não via.

E depois, em Almeirim
Onde quem Muge...
Longe está da dor que ruge
Tão longe está ela de mim.

Voam altos estes meus ais
Passando longe da Azeitada,
Recordo-a junto de mim deitada...
Sonho, deixando atrás Marinhais.

Rodopia em Salvaterra de Magos
Só ele sabe bem o que sente...
Entre rodopiar e Benavente,
Só nos quero bem, a são e salvos.

Segue em frente, no Porto Alto
A caminho de Alcochete...
Boneca tão Bunita, tal qual tu
Entraste... no coração mexeste

Fito determinado a portagem
Na via rápida, até ao depois,
Corro para Sul voando naA2.
A minha Boneca não é miragem.

A Mitrena, fica para acolá
Já de coração em Setúbal,
Onde só tu para ele vale
Busco-te, anseio-te... sabes tu lá.

És a Boneca Bunita do meu coração,
Tremo só de escrever estas linhas.
Mas de Boneca tão tão, não abro mão.
Com quanta razão tu para mim vinhas...

Gosto mais de ti... é a questão,
Quero mais que o teu perdão,
Acode-o e a esta imensa dor
Quer dar-te ele o nosso amor.

sexta-feira, 27 de março de 2015

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Um ano sem Ti...

Mas estamos juntos...


Hoje... amanhã... e sempre!!

Aúúúúúúúúúúúúúúúúúú

domingo, 10 de novembro de 2013

CATRAPUMMMMMMMM... Cosmic Feeling!!!

Aúúúúúúúúúúúúúúúúúúúúúú...

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Vasco...

Vasco....
Fruto tornado semente
De gente boa sómente
Que ama sem razão
Enche o peito e coração

Vasco...
Semente que vira rebento
Vida onde não a faltava
De vontade e amor sedento
Novidade feliz de Pai que babava

Vasco...
Vem com Lua Cheia
Lágrimas e sorrisos pro receber
Ela tão grande e volta meia
Tem o mundo à espera para o ver

Vasco...
Ser especial que nasce
Sem nada ter feito para o ser
Bastando apenas eu saber
Que braços tens à espera para te ter...

Vasco!!

Aúúúúúúúúúúúúúúúúúúúú...

sábado, 13 de julho de 2013

Sábados 13...

E também existem os Sábados 13... onde o tempo fecha e a natureza chora...
Resta-nos fechar os olhos e pensar que está tudo na mesma... de bem com a Natureza!!!

Aúú... Aúúúúúúúúúúúúúúú...

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

MENTIRAS... PESSOAS FEIAS E AFINS!!!

Aqueles que te conhecem dizem que é isto que vales....
Eu continuo a achar que podes fazer diferente!!
A ver vamos...

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

1... 2... 3...


http://www.youtube.com/watch?v=C2z9sbWnzBw

(UF's!)

Aúúúúú....
Aúúúúúúúúúúúúúúúúúúuúúúúúú...

domingo, 22 de abril de 2012

sábado, 17 de março de 2012


Aúúúúúúúúúúúúúú...

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

sábado, 28 de janeiro de 2012

"Strangest Friend" - JIGSAW


Aúúúúúúúúúúúú....

"Sere Especial!!!"

"Sere Especial"...
Não sabe que o é,
Até fazer por o ser...
Mas já o é, sem o querer.
E desde sempre.
Até que um dia,
Vem alguém e o diz...
E não acredita.
Insiste mais tarde,
No que ele é,
E que alguém tem,
De o fazer ver.
"Sere Especial"...
Não gosta de o ser.
Gosta de os ver...
Por aqui e por ali.
Ser Especial, é bom
Melhor, sem o querer ser...
Fazendo-o, sem querer;
Por assim o ser.


Todos os já especiais, que assim se mantenham...
Os que não o são, que o sejam...
Os que já o foram... que voltem a sê-lo!!!

Aúúúú...
Aúúúúúúúúúúúúúúúú...

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Activismo Animal - "Bolt Native"


Recomendado algures por aí, através de um "Activista Amigo"...
Muito bom!!!

Aúúúúúúúúúúúúúú...

domingo, 22 de janeiro de 2012

PATRIMÓNIO NATURAL - Parque Natural da Serra da Arrábida


"Resolução da Assembleia da República n.º 155/2011
Recomenda ao Governo que proceda à avaliação e à revisão do
Plano de Ordenamento do Parque Natural da Arrábida (POPNA)
A Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5
do artigo 166.º da Constituição da República, recomendar
ao Governo que:
1 — Proceda a uma avaliação rigorosa da adequação
e do grau de execução do POPNA, e dos seus impactes
ambientais, sociais e económicos.
2 — Identifique e avalie a suficiência e adequação dos
meios humanos, operacionais e financeiros disponíveis
para uma gestão eficaz do Parque Natural, que assegurem
o cumprimento da lei.
3 — Adopte as medidas necessárias para assegurar
a protecção do Parque Natural da Arrábida, mitigando
os impactes referidos no n.º 1, procedendo à revisão do
POPNA num processo participativo e de envolvimento das
populações e demais entidades interessadas.

 
Aprovada em 7 de Outubro de 2011.
 

A Presidente da Assembleia da República, Maria da
Assunção A. Esteves."


E esta:

"Resolução da Assembleia da República n.º 156/2011
Sobre o processo de revisão do Plano de Ordenamento
do Parque Natural da Arrábida (POPNA)
A Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5
do artigo 166.º da Constituição da República, recomendar
ao Governo que:
1 — Dê início ao processo de revisão do POPNA, num
prazo máximo de seis meses.
2 — Assegure que a revisão do POPNA é objecto de
uma consulta pública, por tempo adequado, alargada a
todos os interessados.
3 — Garanta uma avaliação dos resultados da aplicação
do actual POPNA (aprovado em 2005), sob o ponto de vista
ambiental, social, económico, cultural e patrimonial.
4 — Tenha em conta os contributos prestados em sede de
consulta pública, bem como a avaliação prevista no número
anterior, em sede de resultado de revisão do POPNA.
5 — Identifique as maiores agressões existentes no Parque
Nacional da Arrábida e que a revisão do POPNA seja um
contributo, não para as manter intactas, mas para encontrar
uma estratégia para a sua correcção e erradicação progressiva.

Aprovada em 7 de Outubro de 2011.

A Presidente da Assembleia da República, Maria da
Assunção A. Esteves."


Já lá vão 3 meses...
Vamos aguardar pra ver!!!

Aúúúúúúúúúúúúúúú...

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

sábado, 14 de janeiro de 2012

Há as Sextas Feira 13... e os Sábados 14...



E...
Eu também só me arrependo do que não fiz!!!


Aúú...
Aúúúúúúúúúúúúúú...

domingo, 8 de janeiro de 2012

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Poema da Árvore

"As árvores crescem sós. E a sós florescem.

Começam por ser nada. Pouco a pouco
se levantam do chão, se alteiam palmo a palmo.

Crescendo deitam ramos, e os ramos outros ramos,
e deles nascem folhas, e as folhas multiplicam-se.

Depois, por entre as folhas, vão-se esboçando as flores,
e então crescem as flores, e as flores produzem frutos,
e os frutos dão sementes,
e as sementes preparam novas árvores.

E tudo sempre a sós, a sós consigo mesmas.
Sem verem, sem ouvirem, sem falarem.
Sós.
De dia e de noite.
Sempre sós.

Os animais são outra coisa.
Contactam-se, penetram-se, trespassam-se,
fazem amor e ódio, e vão à vida
como se nada fosse.

As árvores, não.
Solitárias, as árvores
exauram terra e sol silenciosamente.
Não pensam, não suspiram, não se queixam.

Estendem os braços como se implorassem;
com o vento soltam ais como se suspirassem;
e gemem, mas a queixa não é sua.

Sós, sempre sós.
Nas planícies, nos montes, nas florestas,
A crescer e a florir sem consciência.

Virtude vegetal viver a sós
E entretanto dar flores."


Aúúúúúúúúúúúúúúúúúúú...

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Passagem para 2012...

A meia-noite fica no baú das recordações... mas olhem lá que belo local prá 2ª Partilha...




E ainda depois pela Serra no "Caminho da Felicidade"...
"Perdidos" aqui e ali... e entre encontros e desencontros...

 (7h57m)

 

 

 







 

















Que todos os dias do ano sejam como estes...
Amigos... e mais amigos... de todos os géneros e feitios...


E esta foi daquelas grandessss... longasssssss... e muito bem acompanhado...
Das melhores...
Que 2012 continue assim...

Aúúúúúúúúúúúú...